segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O ar que respiramos



Não, não vou falar do filme, mas sim do ar que respiramos, e que nos rodeia. Quente, frio, ameno, rarefeito, denso, ou não. É algo que nos é tão importante, mas que nos é tão prejudicial.

Cientificamente falando, o oxigénio, grande parte do ar que respiramos, é nos vital, necessitamos de oxigénio para fazermos a respiração celular. Entra no processo como receptor de electrões, permitindo a génese de mais 24 ATP’s (partículas energéticas), se não estou em erro (já não me lembro muito bem disto, é provável que os números estejam incorrectos), em relação aos 2 por célula que continuaríamos a produzir, mesmo sem oxigénio. Portanto é-nos completamente vital! Mas também nos prejudica. Segundo consta o oxigénio faz diminuir as cadeias de ADN nas células, o que faz com que de cada vez que se dividam envelheçamos um pouco. E envelhecer é sentir menos (como diz uma personagem de Jonathan Safran Foer em Extremamente alto e incrivelmente perto), e sentir menos é viver menos.

E agora vejamos: respirar faz tão mal à nossa vida! Quanto mais respiramos, mais vivemos, e quanto mais vivermos, pior será para a nossa vida… Não era muito mais fácil se esse estúpido ar não existisse? Poupava-nos a vida, e os desgostos… Nunca provaríamos o doce bater do vento, mas não perderíamos tempo a nos perguntarmos porque estamos aqui. E agora é demasiado tarde para nos separarmos da doce vida de sofrimento que levamos. É caso para dizer a vida é bela!

(não liguem ao que disse… acho que estou a ficar um pouco insano.)


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